É janeiro e não é um mês fácil emocionalmente.
Ouvem-se as pessoas num profundo desalento. Desde há muito tempo. Mas este início do ano tem sido pior. Comigo, em particular, não é exceção, apesar de todos os anos fazer um grande esforço para sobreviver, a este mês, particularmente sombrio.
E hoje é dia 15. E há dias assim. Compridos e lentos.
Tenho saudades de Lisboa. Muitas.
Mas ergo um brinde à vida por tudo o que tenho e afogo o pensamento que me leva a questionar o que me falta. E batalho para ser feliz.
O 2º aniversário do A. é amanhã e foi a desculpa perfeita para dar um saltinho à baixa. Aproveitei para passear na rua de Santa Catarina e, visitar a Zara, para escolher uma peça giríssima da nova coleção. Inundam as cores como azul marinho, amarelo e vermelho, tudo numa onda "navy" que adoro, sobretudo para rapaz!
Como gosto imenso de fugir ao tradicional, tento acrescentar sempre aos presentes algo muito pensado para deixar uma marca pessoal. Desta vez, a ideia surgiu facilmente. Um bilhete de família, para o Teatro "A Bela e o Monstro" em cena, no Teatro Rivoli, no dia 02 de fevereiro. Como dou imenso valor a uma educação que prime pela cultura e, apesar de estar expectante em relação a esta entrega, espero que seja uma escolha acertada.
Aproveitei o facto de estar na baixa para terminar a tarde na Champanheria da Baixa. O brinde à vida, com champanhe e morangos, acompanhado de umas deliciosas tapas, é um momento inigualável.
Este espaço, no centro do Porto, é um conceito único e de uma elegância ímpar. Original e intimista é, para mim, o local ideal para um fim de tarde como o de hoje, alterando o corpo e a mente do desassosego matinal.
Sendo um lugar muito requisitado como espaço noturno, pessoalmente, prefiro frequentar a Champanheria da Baixa num "before dinner", desfrutando de todos os seus detalhes, numa atmosfera calma e envolvente.

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